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Histórias e pastéis.

Desde sua inauguração nos anos 60, até hoje, muitas histórias se passaram emolduradas pelos pastéis e caldos de cana da Pastelaria Viçosa.

Dona Sarah, no Itamaraty presidencial, ia buscar o lanche do fim do dia do então Presidente do Brasil, Juscelino Kubitscheck. Wander, sozinho numa noite de Natal, foi ver o presépio da Esplanada onde encontrou a amiga Jaqueline, também sozinha e, juntos, depois de passearem, foram comer pastel e tomar caldo de cana na Viçosa, onde engataram um namoro e casamento. O poeta Nicolas Behr, de tanto por ali passar em noitadas com outros artistas dedicou-lhe alguns poemas e por aí vai, centenas e centenas de histórias para contar e encantar!

Com certeza você deve ter a sua também! Nós selecionamos algumas, encontradas numa pesquisa na net, mas queremos conhecer a sua história com a Viçosa. Mande para a gente. Pode ser o poema que escreveu no balcão enquanto comia um pastel, a foto com a família que se mudou e quando veio de férias foi matar as saudades do pastel mais tradicional de Brasília, aquele quadro inspirado na paisagem cotidiana como pintou o artista plástico Paulino Averssa ou aquela história que você acaba de lembrar e vai escrever agora.

Conte sua história, em verso, prosa ou imagem, estamos esperando! Você pode preencher o formulario ao fim desta página ou mandar um email com sua foto ou vídeo para contesuahistoria@pastelariavicosa.com.br

Viçosa e Você, nos vemos aqui! Até breve!

DE CRATEÚS AO PARK WAY

A publicitária Priscila da Silva, irmã de Isabel, nunca trabalhou na Viçosa, mas a pastelaria tem um papel importante em sua vida. Quem conta a história é Valdício Fernandes de Souza, cearense de Crateús. “Minha filha pôde concluir os estudos porque a empresa garantiu ajuda de custo. Sem a ajuda seria muito difícil para nós, pai e mãe, fazermos nossa filha realizar seu sonho”.

De sonhos Valdício entende. Ele mesmo, quando chegou em Brasília, em 1986, já tinha emprego garantido na Viçosa, onde começou como raspador de cana. “Cheguei em 25 de dezembro de 1986, e no mesmo dia comecei a trabalhar no Park Way, raspando cana para as moendas da Rodoviária. Só podia fazer isso, pois vinha da roça”, explica.

Três anos depois era o encarregado da loja da Rodô e, em 1992, depois de responder pela gerência, assumia o cargo de supervisor geral das lojas da rodoviária, no lugar de Evaldo, controlando 80 empregados e três lojas. Valdício acredita que o maior diferencial da Viçosa em relação aos concorrentes é a possibilidade de seguir uma carreira na empresa, mesmo não tendo uma qualificação inicial:

– A Viçosa é uma escola que investe nas pessoas e valoriza os empregados. Foi assim comigo e com diversos outros. A gente chega sem saber nada, vai aprendendo e é estimulado a crescer. Eu percebi que eles davam oportunidade para quem quisesse. E eu quis.
A trajetória de Valdício é ilustrativa do jeito Sebastião Padeiro de criar excelência: chega em 1986, ingressa na empresa como raspador de cana para, um ano depois, após passar pelas funções de fritador e atendente de balcão, chegar a operador de caixa. Em 1989 já era encarregado de loja e, em 1992, responsável por todas as lojas da rodoviária.

– Ainda hoje, quando falo que trabalho na Viçosa, o pessoal comenta: Ô, que chic, trabalhar na Viçosa. Eu fico feliz, pois a empresa hoje tem muitas operações fora da Rodô, e onde a gente chega e o pessoal vê o uniforme comenta sobre a qualidade dos produtos, a tradição da marca e fica amigo da gente logo, acabando com nossa timidez pela recepção que nos oferecem. Seja na Coca Cola ou no Hospital Brasília, todo mundo comemora quando a gente chega com os equipamentos e os produtos, para participar das festas e promoções, diz.
Para ele, a rodoviária vive momentos de festa durante a campanha eleitoral em Brasília – “todo mundo aparece, de candidato a deputado a senador e presidente. Eu mesmo já servi aqui, no balcão, os senadores Cristóvam Buarque, Rodrigo Rollemberg e o Arruda”
Outra coisa que ele gosta é de ser reconhecido por clientes: “muitos abraçam a gente no meio da rua, lembrando quando o trio Viçosa (dois pastéis e caldo de cana) era a melhor refeição que eles faziam no dia”. Nestas memórias desfilam, ainda, empresários bem-sucedidos que foram engraxates na rodô, administradores de empresas que, hoje, moram nos Estados Unidos, senadores e governadores do DF e até um tenente da Polícia que comanda um destacamento na Papuda.
– Tem um ex-gerente do Hotel Nacional que quando volta ao Brasil e a Brasília, traz os amigos para comer pastel na rodoviária e afirma: vir a Brasília e não comer pastel na Viçosa é igual ir a Roma e não ver o Papa. Eu gosto disso, afirma. Mas se você quer deixa-lo emocionado com suas lembranças, peça para Valdício contar a história do empresário que o abraçou no Shopping Valparaiso num feriado, quando passeava com a família. “Tá lembrado de mim, ele perguntou. Olhei e disse que não. E ele falou que era empresário, que estava bem de vida e que devia isto a mim e à Viçosa, pois foi com quem e onde ele aprendeu a trabalhar. Minha família ficou emocionada neste dia”.
Entre as histórias engraçadas de que se recorda está um casamento que não aconteceu. “O casal queria porque queria casar na Viçosa da Rodoviária, pois foi onde se conheceram, comendo pastel no balcão. Ficamos todos muito animados com a idéia da festa, mas, infelizmente, não aconteceu”. Mas muitos aniversários surpresa acontecem aqui. Até de gente que tem vergonha de falar que vem na rodoviária comer o trio Viçosa, fala, antes de dar uma gostosa risada!

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